Por Daiana Broniczak
A cultura coreana deixou de ser apenas entretenimento para se tornar parte do cotidiano de muitas pessoas ao redor do mundo. Música, doramas, estética, hábitos e até a forma de se relacionar com a comida e com o tempo passaram a influenciar escolhas, rotinas e identidades. Para mim, essa conexão foi além do interesse cultural e se transformou em um verdadeiro estilo de vida.


Minha relação com a Coreia começou pelo conteúdo, mas rapidamente atravessou a tela. Ao longo dos anos, fui incorporando referências da cultura coreana no meu dia a dia, seja na forma de me expressar, de consumir, de organizar a rotina ou de olhar para o cuidado comigo mesma. Esse processo foi natural, gradual e, acima de tudo, real.
Um dos pontos mais marcantes dessa transformação foi a mudança na minha relação com a alimentação. A cultura alimentar coreana me apresentou uma nova forma de enxergar a comida: menos restrição, mais equilíbrio, atenção aos ingredientes e respeito ao corpo. Sem dietas extremas ou métodos rígidos, essa mudança de hábitos refletiu diretamente no meu bem-estar e no meu estilo de vida, resultando em uma transformação física e emocional ao longo do tempo.
Mais do que números, essa experiência me ensinou sobre constância, consciência e escolhas possíveis dentro da rotina. A alimentação deixou de ser um conflito e passou a ser parte de um processo de cuidado, algo muito presente na cultura coreana e que dialoga profundamente com saúde emocional e qualidade de vida.
Compartilhar essa vivência nas redes sociais acabou criando uma conexão ainda mais forte com o público. Muitas pessoas se identificam não apenas com a música, os doramas ou a estética, mas com a ideia de que a cultura coreana pode inspirar hábitos mais leves, conscientes e alinhados com quem somos.
Hoje, meu conteúdo transita entre cultura, lifestyle e experiências reais. A proposta nunca foi ensinar um caminho único, mas mostrar como referências culturais podem impactar positivamente o cotidiano, abrindo espaço para novas formas de viver, consumir e se relacionar consigo mesmo.
A cultura coreana, para mim, não é tendência passageira. É identidade, é troca cultural e é, acima de tudo, uma fonte constante de aprendizado.
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